Como as competências socioemocionais podem melhorar as relações dos estudantes

De que forma um educador pode ajudar os alunos a resolver problemas de maneira colaborativa? Por meio da educação positiva.

Neste último artigo do mês de outubro, em que comemoramos uma das datas mais importantes do nosso calendário, o Dia do Professor, decidi falar novamente sobre o assunto porque acredito que vale muito a pena você conhecer melhor esse tema.

Eu costumo dizer que a educação positiva é um novo jeito de ensinar porque, diferentemente de métodos tradicionais, ela trabalha aspectos fundamentais para o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos, como a resiliência.

Mas como isso é possível? Na verdade, o que acontece é que a educação positiva foca nas competências socioemocionais para o aluno ter uma vida mais plena e feliz dentro e fora da sala de aula.  

Isso sem falar que também prepara o estudante para saber elaborar estratégias utilizando a criatividade.


As competências socioemocionais no dia a dia

A escola é um ambiente em que os alunos enfrentam desafios constantemente.

Pense só em quantas questões um único jovem lida diariamente: relacionamento interpessoal com os colegas de sala e professores – que possuem diferentes perfis –, além das diversas tarefas que precisam ser realizadas, as provas e, muitas vezes, a cobrança dos familiares.

Todos esses pontos, evidentemente, refletem no desempenho escolar do estudante. Justamente por isso, a educação positiva faz com que eles resolvam problemas de maneira mais colaborativa, escutem outras opiniões, compartilhem esforços e reúnam conhecimentos com os colegas para encontrar, juntos, a solução de um determinado problema, por exemplo.


Educação positiva na prática

Quando a educação positiva é colocada em prática, ela faz uma diferença sem tamanho tanto para o educador quanto para os alunos.

Quem entende muito bem desse assunto é o professor Fernando Cavalli. Formado pela SBCOACHING, ele criou o projeto “Bem estar” na escola em que leciona na cidade de São Paulo e me contou que já colheu bons frutos.

Para impactar e florescer o desenvolvimento dos seus alunos, o coach fez questão de apresentar as técnicas do coaching e da psicologia positiva para a classe.

Dê um play no vídeo e confira o depoimento de Fernando sobre como a educação positiva foi transformadora para ele, que ensina, mas, sobretudo, para quem aprende:

Gostou do assunto?

Como você viu, a educação positiva é uma maneira diferente de ensinar que permite ao aluno descobrir seus limites e potencialidades, ter condições para lidar com os desafios, ser capaz de dialogar, manter relacionamentos positivos e trabalhar melhor em conjunto.

Esse é um tema que eu gosto muito e, inclusive, já escrevi sobre ele em outro post aqui no meu blog.

Dá só uma olhada nesse artigo que fala sobre as 10 competências gerais propostas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), do Ministério da Educação.

O cara podia usar algum argumento inteligente para denegrir a profissão de coach, mas perdeu a oportunidade. Por exemplo, algo muito válido seria focar em vários métodos de coach sem resultados comprovados, como aqueles que se dizem coach quântico, ele fala disso mas não citou uma única ferramenta utilizada no coaching e nem falou sobre os resultados que elas trazem. Analise swoat, perdas e ganhos, roda da vida, road map. Etc.

Algumas técnicas eu particularmente não curto, tipo o ensaio mental, onde vc ensaia mentalmente determinada ação que precisará fazer, tipo, uma apresentação, uma conversa séria, uma competição esportiva, etc. Mas mesmo eu achando isso super chato, sei, baseado na psicologia e em outros exemplos físicos, tipo memoria muscular, que o negócio funciona.

Depois que vc faz coaching, percebe que não precisaria disso pra coisas “básicas” tipo determinar um propósito na vida, parar pra pensar qual seu maior sonho, e estabelecer metas pra isso, mas de maneira geral, o humano nasce, cresce e morre sem pensar nisso. Estudei até o sétimo semestre de psicologia, terminarei em breve, mas em quatro dias de formação em coach aprendi muito mais conhecimento útil e aplicável do que as groselhas ensinadas na psicologia que já não bastasse muitos fiascos de professores, os que se formaram e muito outros dezenas de psicólogos formados que conheço, trabalham e subempregos e não ganham nem o que gastaram na facu, e esses mesmo falam mal dos coachs. Enquanto outra amiga, psicóloga (suelen silvestre) que agora é coach ganha no evento de um dia o que eles não ganham em meses de trabalho.

Coach não passa de alguém que estuda o uso de determinadas ferramentas que fazem a pessoa ter um propósito claro e a cumprir as metas para tal. O sucesso é consequência disso.

A maior ameaça do coaching pra psicologia, é que com o advento deles, as pessoas tenderam a um melhor desenvolvimento pessoal/profissional, o que diminui os fatores de patologias como depressão/ansiedade, logo diminui o trabalho de nós (me colocando junto) psicólogos que já não é muito promissor. E a psicologia tradicional depende disso pois o carro chefe dela são as psicopatologias, enquanto o coaching tem como braço direito a psicologia positiva, ciência da felicidade que evita que tais patologias existam.